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O SETI@home achou um sinal?
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Por Seth Shostak
SETI Institute
Um artigo recente (1° de setembro) na revista New Scientist, intitulado "Sinais misteriosos vindos de 1000 anos-luz," dá a entender que o projeto SETI@home da Universidade de Berkeley descobriu um sinal muito convincente, candidato a ser a primeira evidência forte para a inteligência extraterrestre.
Entretanto, esta história é enganadora. De acordo com Dan Werthimer, que dirige o projeto SERENDIP SETI, em Berkeley, este é um exemplo de um repórter que não compreendeu os funcionamentos de sua busca. Diz que os exageros e as colocações feitas fora do contexto dão a impressão que sua equipe está excepcionalmente impressionada com um de muitos sinais- candidatos, SHGb02+14a, descoberto usando o popular software do SETI@home. Não é assim, eles não estão.
Este sinal foi encontrado duas vezes por pessoas usando o protetor de tela distribuido pelo programa. Como resultado, a equipe de Berkeley o colocou na sua lista de "melhores candidatos". Devemos considerar que o SETI@home produz 15 milhões de relatórios de sinais à cada dia. Como se pode classificar um sinal que possa ser autenticamente extraterrestre e não meramente defeito de ruídos ou interferência humana no meio desta enorme inundação de dados?
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Evidências: SETI detecta sinais misteriosos vindos de 1000 anos-luz de distância
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Por Eugenie Samuel Reich
Para a New Scientist
Em fevereiro 2003, os astrônomos envolvidos na busca de inteligência extraterrestre (SETI) apontaram o enorme radiotelescópio de Arecibo, Porto Rico, para cerca de 200 seções do céu.
O mesmo telescópio tinha detectado previamente sinais de rádio inexplicados ao menos duas vezes de cada uma destas regiões, e os astrônomos estavam tentando reconfirmar os achados. A equipe terminou agora analisar os dados, e todos os sinais parecem ter desaparecido. Exceto um, que ficou mais forte.
Este sinal de rádio, visto agora em três ocasiões separadas, é um enigma. Poderia ter sido gerado por um fenômeno astronômico anteriormente ignorado. Ou poderia ser algo muito mais mundano, talvez um defeito do próprio telescópio.
Mas acontece que é também o melhor candidato, até agora, para um contato de alienígenas inteligentes nos quase 6 anos do projeto de SETI@home, que usa programas que funcionam como protetores de telas em milhões de computadores pessoais mundo afora para processar os sinais colhidos pelo telescópio de Arecibo.
Nota: Esta informação foi contestada pelo Instituto SETI, como pode ser visto no artigo disponível no endereço:
http://www.burn.org.br/modules.php?name=News&file=article&sid=273
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EUA terão radiotelescópios só para procura de ETs
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Cientistas norte-americanos terão uma rede de radiotelescópios só para a procura de sinais de alienígenas a partir de 2004.
Os aparelhos, que amplificam sinais de rádio, em vez de luz, ficarão permanentemente à disposição do Instituto Seti (Busca de Inteligência Extraterrestre, na sigla em inglês), que antes tinha de dividir equipamentos com astrônomos de outras instituições.
Orçado em US$ 26 milhões, o Complexo de Telescópios Allen deve seu nome ao co-fundador da Microsoft, Paul G. Allen, que bancará US$ 11,5 milhões do projeto.
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Por Fernando J. M. Walter, para o BURNetim Imaginemos que um radiotelescópio (por exemplo o de Arecibo), analisando dados em função de algum dos projetos SETI existentes, receba uma seqüência de sinais que poderiam ser assim representados: 100 1001 10 11 101 111 1000 1 110 Os zeros e "ums" são a representação de caracteres (no caso numéricos) na forma binária, ou seja, na aritmética de base 2.
Faria bastante sentido que uma eventual mensagem de uma civilização extraterrestre fosse emitida nesse padrão, uma espécie de "alfabeto básico".
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BBC: Science & Technology
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