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Evidências: Operação Prato: Novas Revelações - Parte 1
Postado em Domingo, fevereiro 24 @ 20:20:31 CST por josef
Por Edison Boaventura Júnior*
Presidente do GUG – Grupo Ufológico de Guarujá
Em 1977 e 1978, os estados do Pará e Maranhão foram palcos de uma incrível onda ufológica. Diversos municípios destes estados foram invadidos por estranhos objetos luminosos que projetavam focos de luz e segundo o relato de vários moradores e também pela divulgação da Imprensa local sugavam pequenas porções de sangue de suas vítimas. Este fenômeno foi imediatamente batizado de “chupa-chupa” ou “luz vampira”.
Já no início do segundo semestre de 1977, o pânico se instaurou naquelas localidades, sendo que as autoridades locais procuraram ajuda militar. Assim, em meados de agosto de 1977, o chefe da 2ª Seção do I COMAR – Comando Aéreo Regional do Pará, o coronel Camilo Ferraz de Barros, apoiado pelos brigadeiros Protásio Lopes de Oliveira e João Camarão Teles Ribeiro, criaram a “Operação Prato” designando o capitão Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima para a chefia daquela equipe, que objetivava esclarecer o que de real existia sobre aqueles aparecimentos.
Vinte anos depois, em 1997, Uyrangê Hollanda confirmou publicamente sua participação divulgando vários detalhes das pesquisas realizadas por sua equipe de militares na época, inclusive mencionando seus contatos pessoais com aquele inusitado fenômeno, descrevendo as naves e os seus tripulantes. Pouco tempo depois dessas revelações se suicidou, criando muita polêmica no meio ufológico brasileiro, pois alguns pesquisadores acreditavam que ele realmente havia se suicidado, enquanto que outros defendiam que ele fora assassinado por causa de suas revelações. Havia ainda outra vertente que afirmava que Uyrangê não teria morrido, mas sim, mudado de identidade e deixado o nosso País.
Particularmente acredito no suicídio, pois em seus depoimentos de 1997 ele deixa claro que já estava pensando nisso, além de já ter tentando o suicídio em anos anteriores, conforme afirmaram seus familiares.
Em 25 de agosto de 2005, a TV Globo, no programa “Linha Direta”, apresentou um ótimo documentário com depoimentos e documentos sobre a “Operação Prato”, sendo seguida em dezembro de 2005 pela televisão a cabo norte-americana “The History Channel”, que enfocou o assunto apenas mostrando o lado ufológico, não mencionando outras possibilidades para explicar os acontecimentos.
Vídeo: Operação Prato - Linha Direta Mistério
Vídeo: Operação Prato - "O Caso Roswell Brasileiro"
Apesar de centenas de páginas de documentos do serviço secreto do Ministério da Aeronáutica, fotos e registros cines-fotográficos, além dos depoimentos existentes hoje em dia, pouco se sabe de concreto sobre a operação militar, pois muitos detalhes ainda são desconhecidos do público em geral e provavelmente repousam nos arquivos do COMDABRA – Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, em Brasília – DF.
A Busca Pelos Documentos Oficiais
Na década de 80, tive meu primeiro contato com a “Operação Prato”, quando recebi do pesquisador Daniel Rebisso Giese – que na época pertencia ao grupo CIPEX, de Curitiba-PR – um texto compilado sobre os misteriosos ataques e fotos tiradas pela FAB. Este primeiro ensaio transformou-se no livro “Vampiros Extraterrestres na Amazônia”, editado independentemente em 1991. Assim, Daniel Rebisso Giese tornou-se o primeiro autor brasileiro a escrever sobre os endêmicos fenômenos. Posteriormente, estiveram na região os pesquisadores Jacques Valleé, da França e Bob Pratt, dos Estados Unidos, dentre outros, que mencionaram os casos em seus livros.
Em 1999 estive em Brasília-DF algumas vezes e por três vezes no ano de 2004 no COMDABRA – Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, onde tive acesso aos relatórios oficiais e obtive cópias de cerca de 200 páginas, bem como dezenas de fotografias em preto e branco e uma reprodução inédita de um fotograma do filme colorido Super-8 efetuado pela FAB em Colares, entre outubro e novembro de 1977.
O militar que me forneceu os materiais pediu-me para mantê-lo no anonimato e disse que não foi dado muito valor, na época, ao material enviado pelo I COMAR ao Comando em Brasília, sendo que foram enviadas poucas fotografias e negativos para lá, das aproximadamente 500 tiradas pela equipe de militares. Confidenciou ainda que, havia filmes Super-8 efetuados de dia e outros efetuados durante o período noturno ou de madrugada, com duração de 8 a 10 minutos, cada um. Disse ainda que o sargento João Flávio de Freitas Costa, um dos integrantes da equipe, certa ocasião filmou em pleno dia no Rio Tapajós um OVNI submergindo nas suas águas e que este filme foi visto por muitos militares na época, por ser um dos mais impressionantes.
Perguntei ao militar o porquê do nome “Operação Prato” e obtive como resposta que o fato dos países latinos denominarem os OVNIS de Platillos Voladores, fez com que o capitão Uyrangê escolhesse aquela nomenclatura, pois platillo significa prato.
Segundo foi me informado pelo militar, os relatórios da “Operação Prato” chegavam diariamente no Comando e aquela operação militar jamais chegou ao seu final e teve que ser interrompida, pois já em 1979, concluiu-se que o fenômeno era de origem extraterrestre e não eram “armas dos comunistas” como pensaram inicialmente alguns militares, e a população já não vivia um estado de medo e de “histeria coletiva”, pois a presença constante dos militares na região trouxe mais confiança às populações ribeirinhas. Após determinação superior, vinda de Brasília, a “Operação Prato” foi encerrada.
“O fenômeno continuou acontecendo esporadicamente na região, sendo que nos anos de 1980 e 1981, migraram com maior intensidade para a região amazônica diminuindo sua presença em 1982”, disse o militar.
Documentação Incompleta x Caso Inédito
Analisei minuciosamente todas as cópias das páginas recebidas pertencentes aos relatórios oficiais e constatei nitidamente que estavam incompletas em algumas partes.
É perceptível também no material analisado por mim que o sargento João Flávio da Costa era polivalente e foi peça importante na equipe, pois foi o militar que elaborou a maioria dos relatórios, croquis e realizou várias fotos e filmes Super-8. Infelizmente, o sargento Flávio, como era conhecido, faleceu em 1993, sem fornecer maiores informações sobre sua participação na “Operação Prato”.
No início do ano 2000 notei que havia dois croquis (um mapa e uma representação artística de um avistamento) efetuados pelo sargento Flávio, sobre um caso envolvendo um piloto e que não constava nos relatórios oficiais em meu poder. Entretanto, havia o nome da testemunha. Meses depois, consegui localizar o piloto comercial Cláudio Guimarães Temporal, que me forneceu detalhes da sua ocorrência.
No dia 11 de janeiro de 2008, após ligar para o piloto Temporal, mandei um e-mail para ele e recebi resposta no dia seguinte com dados que confirmam o caso e pela primeira vez divulgo ao público por meio da transcrição abaixo:
“Prezado Edison, em relação ao fato lembro-me que isso ocorreu em setembro de 1978. Decolei ao nascer do Sol numa pequena aeronave um Cessna 205, prefixo PT-BXX de Belém para Portel, pequena cidade no rumo 270 e a 270 quilômetros de Belém. Ascendi a 4500 pés de altitude, estabilizei o vôo por cima da camada de nuvens após 01h00min de vôo iniciei a descida, avistei o estreito de Breves, canal que liga o Rio Amazonas ao Rio Pará - no meu través direito - continuei descendo e avistei também a cidade de Melgaço à direita a visibilidade estava restrita para à frente e melhor na vertical eu sabia que estava na rota certa pois estava avistando a água da baía de Melgaço abaixo e Portel deveria estar à minha frente. Eu estava atravessando a camada de nuvens, cruzando aproximadamente 2.500 pés, quando de repente avistei bem na minha frente e em rota de colisão, parecia a lateral de um enorme navio parado na minha frente, pensei que iria me chocar pois estava muito próximo, em uma fração de segundo aquela coisa deslocou-se numa velocidade incrível para direita e subindo para o azul do céu no rumo Norte. Olhei para o co-piloto com olhar interrogador se ele havia visto aquilo mas ele estava preocupado com a navegação e com a nossa descida, portanto olhando para baixo, ao retornar para Belém, impossível não comentar o ocorrido, alguns dias depois fui procurado pelo Sr. Flávio depois vim a saber que o mesmo pertencia ao serviço de Informação do I COMAR. Relatei o episódio e ele gravou a nossa conversa com um gravador que trazia consigo em uma bolsa que portava a tiracolo. No dia seguinte ele trouxe meu depoimento datilografado. Pediu-me para lê-lo e se estava correto eu assinasse o documento. Ele me disse: “Você é um cara de sorte avistou uma Nave Mãe, essa aí já é nossa velha conhecida! Dá uma olhada aqui.”. Então tirou da bolsa, várias fotografias em preto e branco com silhuetas de discos, pontos luminosos que pareciam estrelas. O objeto que eu avistei parecia um enorme navio na cor marrom não vi trem de pouso, depois desse fato continuei exercendo minha atividade até novembro de 2002 quando me aposentei e nunca mais avistei outro, quanto ao co-piloto, era um rapaz que estava estagiando, peruando vôos, inicio de carreira de todo piloto, nunca mais eu soube dele, é o que eu recordo. Um abraço, Cmte. Temporal”
Quem tem os originais da Operação Prato?
No dia 11 de fevereiro de 2002, visitei o pesquisador espanhol Rafael Sempére Durá, em sua residência em Águas de Lindóia, no interior de São Paulo, pois ele tinha em seu poder parte dos documentos originais da “Operação Prato”, recebido do comandante da equipe, Uyrangê Hollanda.
Conversamos bastante na ocasião, pois no dia 13 de fevereiro eu estava com uma viagem marcada para os Estados do Maranhão e Pará, quando então buscaria mais informações sobre os fatos ocorridos durante a década de 70.
Rafael Durá, mostrando-me os originais da “Operação Prato”, disse que numa das visitas do Uyrangê Hollanda em sua casa recebeu parte dos relatórios originais sob pedido que os guardasse até a sua morte. Contou-me na ocasião que o Uyrangê acreditava que naquela época os seres que tripulavam os objetos luminosos estavam coletando material do corpo de seres humanos para desenvolvimento de uma vacina ou algum soro que protegesse os extraterrestres de contaminação em nosso meio.
Contou ainda que certa vez, aproximou uma bússola no suposto implante que o capitão Uyrangê tinha no braço e que ele alegava ter adquirido em um dos contatos próximos durante uma das vigílias realizadas no norte do País. Segundo Durá, os ponteiros ficaram alterados. “Foi um fato muito esquisito, estranho e então aconselhei o capitão que não tirasse aquele objeto pontiagudo do braço, pois poderia ter alguma reação adversa”, disse Durá.
Ao final do nosso encontro, Rafael Sempére Durá, disse que quando ele falecesse que era para eu procurar a sua família, pois ele me deixaria os documentos originais para que guardasse os mesmos. Só não me repassou o material em vida, pois tinha empenhado sua palavra para o Uyrangê - que era seu amigo pessoal – que manteria os relatórios guardados em cofre até a sua morte, conforme orientações recebidas do próprio capitão da “Operação Prato”.
Rafael Durá faleceu em 3 de setembro de 2004 na cidade de Águas de Lindóia, sendo que jamais tive motivação para solicitar tais documentos à sua família, uma vez que em vida ele já havia me repassado cópias de todos os relatórios originais daquela operação militar que estavam em seu poder.
Minha viagem ao Maranhão, Pará e Tocantins
No período de 13 de fevereiro a 04 de março de 2002, estive realizando pesquisas ufológicas nos Estados do Maranhão, Pará e Tocantins. Na ocasião pude coletar dezenas de casos de avistamentos de OVNIS, pousos e até ataques recentes acontecidos em uma localidade chamada Itapecurú, no Maranhão.
Obtive o relato de um caso acontecido em 1931, alguns casos acontecidos durante a onda de 1977 e outros ocorridos na década de 80, 90 e entre os anos de 2000 a 2002. Entre os casos, por mim pesquisados, é de relativa importância às novas informações e documentos obtidos do famoso “Caso da Ilha dos Caranguejos”, acontecido no Maranhão e que abordarei em detalhes na segunda parte deste artigo a ser publicada brevemente.
Durante minha viagem também visitei em Belém, no Pará, o pesquisador Daniel Rebisso Giese, que na ocasião forneceu mais detalhes da sua pesquisa inicial sobre a “Operação Prato” e que foi publicada em livro de sua autoria. Na ocasião fui presenteado por ele com vários documentos e fotos, uma vez que na época ele estava um pouco decepcionado com a Ufologia.
Características dos ataques
Na ocasião também conversei por telefone com a doutora Wellaide Cecim de Carvalho, que na época atendeu vários casos de ataques do “chupa-chupa” aos moradores de Colares e região.
Segundo ela, a partir de setembro de 1977, um paciente vinha após o outro na Unidade Sanitária e se queixavam das lesões sofridas pelos raios dos objetos luminosos. “Vi coisas que não existiam em meus livros de medicina nas dezenas de vítimas que atendi na ocasião e em pouco tempo comecei a produzir relatórios para a Sespa – Secretaria Executiva de Saúde”, afirmou Wellaide.
Comentou ainda que as queimaduras pareciam radiações por meio de Cobalto e as vítimas apresentavam intensa vermelhidão na área atingida e em pouco tempo os pêlos caíam e a pele descamava no local afetado. O curioso é que não havia bolhas e não se assemelhava às queimaduras produzidas por fogo, água quente e nada convencional. No local atingido encontravam-se furos como se fossem agulhadas. Ela mesma confidenciou-me que chegou a observar os fenômenos luminosos e ficou estarrecida, pois no início do fenômeno na região pensava que tudo aquilo não passava de crendice popular.
Perguntei se houve na época alguma morte relacionada com o fenômeno e ela me respondeu: “Lembro-me somente de duas pessoas que morreram e foram transferidas para o Hospital dos Servidores, em Belém. No óbito constou causa desconhecida para explicar a morte”.
Casos Clássicos
Segundo a doutora, havia características comuns entre os ataques. Abaixo descrevo três casos que são os mais divulgados para exemplificar estes ataques e as vítimas foram atendidas pela doutora Wellaide na época: “Caso Claudomira Paixão”, “Caso Aurora Fernandes” e “Caso Newton Cardoso”. Veja o resumo destes casos acontecidos durante a onda chupa-chupa com objetivo de compararmos com o caso pesquisado por mim na cidade de Itapecurú, no Maranhão e que foi protagonizado 25 anos depois da “Operação Prato” demonstrando que o fenômeno continua ocorrendo esporadicamente na região e com as mesmas características.
O caso da senhora Claudomira Paixão aconteceu em outubro de 1977 por volta da meia noite na casa de sua prima e ela já estava deitada na rede próxima à janela. De repente, acordou com um forte clarão produzido por um objeto em forma de guarda-chuva. Viu um ser de pele clara, olhos como de oriental, orelhas grandes e vestindo uma roupa verde que portava em sua mão uma espécie de “pistola” que emitiu um foco de luz esverdeado no seu seio e braço esquerdos, sentindo na ocasião uma quentura no local. Sentiu picadas como de agulhas em seu peito e tentou gritar, mas foi em vão, pois estava paralisada. Nos dias seguintes sentiu dores de cabeça e não tinha forças para ficar em pé.
O caso da jovem de 18 anos, Aurora Fernandes ocorreu na noite de 17 de novembro de 1977, por volta das 21 horas, quando estava lavando louça no fundo do quintal de sua residência e subitamente foi atingida por uma intensa luz vermelha que a deixou atordoada. Sentiu picadas no seu seio direito e desmaiando, caiu ao solo. Sua mãe, Eunice Júlia Nascimento, socorreu-a e viu uma espécie de líquido incolor que escorria das marcas, com cheiro similar ao de éter. Aurora sentiu fortes dores de cabeça e debilidade nas suas pernas, ao ponto de não poder ficar em pé por vários dias.
O caso do jovem comerciante Newton Cardoso, aconteceu em uma noite de 1977, quando ele estava dormindo. De repente, acordou com uma luminosidade estranha e forte quentura, percebendo que seu pescoço estava doendo do lado esquerdo. Ele ficou sem ânimo, com tonturas, dor de cabeça e uma fraqueza enorme durante vários dias.
Caso Itapecurú – MA
Durante o período de 21 a 28 de fevereiro de 2002, pesquisei 9 casos de avistamentos, somente na cidade de Itapecurú - MA. Investiguei na ocasião um ataque que aconteceu com a senhora Januária Pereira Porto (de 37 anos em 2002) e sua filha Jaiara (de 10 anos em 2002).
Contou ela: “Em dezembro de 2001, eu estava armando a rede para a minha prima dormir. Enquanto eu arrumava as coisas, a minha prima que estava na porta, chamou-me para ver uma bola luminosa pequena que estava estacionada próxima a cerca de arame farpado. Eu fui à porta e vi que ela (a bola luminosa) não produzia ruído e resolvemos tocá-la com a mão. Aproximamos-nos e encostei a minha mão e o meu braço adormeceu na mesma hora. Achei estranho e voltamos para dentro de casa, pois eu tinha que terminar de arrumar a rede. Nesse momento, o meu corpo ficou dormente, começando pela língua, que me dificultava a fala. Senti a carne toda enchida. Depois de uma hora eu voltei ao normal”.
A cor da “bola luminosa” avistada era como uma lanterna amarela e tinha 20 centímetros de diâmetro e chegou a iluminar tudo a sua volta segundo afirmou a testemunha. O pequeno OVNI desapareceu, apagando sua luz, logo depois de ser tocada por Januária. Ela e a prima chegaram juntas na intenção de tocar o estranho fenômeno, mas só Januária encostou a sua mão.
Em Janeiro de 2002 aconteceu outro episódio. Januária estava sentada com a sua irmã na porta da casa tomando café, por volta das 19 horas, quando de repente, sua irmã perguntou: “O que é isso? É uma bola de fogo? Você viu quando ela passou pelos nossos pés e seguiu em direção àquele monte de barro, ali?”.
A resposta foi negativa por parte de Januária que acredita na história da sua irmã, embora não tenha notado a presença muito rápida da bola de fogo.
No mês seguinte, em Fevereiro de 2002, em uma quinta-feira, contou Januária que durante a noite foi apalpada por uma criatura de mãos geladas. O exame foi dos pés a cabeça e ela ficou paralisada e com medo. Depois de muito custo, conseguiu virar-se e pegar um isqueiro (pois em sua casa não há luz elétrica). Ao acendê-lo percebeu que o ser havia desaparecido. Este fato aconteceu entre as 22 e 23 horas, e ela já estava deitada em sua cama.
Ela me afirmou também que desde o início do ano (2002) já viu seres pequenos dentro de casa. O pavor vivido por ela e sua família é notório, ela confessou-me sua intenção de mudar dessa casa, pois depois que estes fenômenos aconteceram, apareceram estranhas feridas no seu seio e braços.
Eu fotografei as estranhas marcas e percebi que eram semelhantes aos produzidos pelo “chupa-chupa”. Pareciam agulhadas e em volta das picadas fica arroxeado e logo começa a coçar e a descamar a pele, segundo ela mesma afirmou. Januária queixou-se de fraqueza, cansaço, dor de cabeça e mal estar, depois do aparecimento dessas marcas.
Sua filha de 10 anos, Jaiara Pereira Porto, também tinha marcas idênticas. Os outros filhos de Januária não possuíam hematomas e nem marcas similares. Na ocasião também fotografei as marcas da sua filha.
Verifiquei o quarto de Januária e constatei que as paredes são feitas de palha e com muitas frestas, por onde a luz do “chupa-chupa” passaria facilmente atingindo a vítima.
Outra constatação foi que no local onde foi avistada a bola de fogo também havia uma pequena marca onde se notava o capim amarelecido e seco, como se tivesse sido queimado por calor, fogo ou algo similar.
É surpreendente que no caso da senhora Januária existem elementos e características que se assemelham aos vividos pelas vítimas dos “chupa-chupa” em 1977. Isso, aliado a grande incidência de fenômenos ufológicos no local, me leva a supor que o fenômeno não se encerrou em 1977, pois esporadicamente ocorre em regiões mais afastadas, como é o caso da Cidade de Itapecurú, no interior do Maranhão.
A coleta de sangue é um dos pontos mais intrigantes e obscuros. Qual seria a intenção desta prática? Talvez jamais saibamos! Mas, desconfio que se algum dia descobrirmos a real intenção deste fenômeno, certamente estaremos diante de uma compreensão maior deste grandioso enigma que aconteceu em território nacional...
Infelizmente, os relatórios oficiais da Aeronáutica concluíram que era difícil precisar, com objetividade, a finalidade do fenômeno. Trinta e um anos depois do acontecido, o fenômeno ainda é reputado como inexplicável por cientistas, militares e ufólogos de várias partes do mundo... Os documentos oficiais pelo menos registraram: “o fenômeno chupa-chupa é real e de natureza ufológica e as naves são operadas estrategicamente por inteligências desconhecidas”. Assim, a única certeza que temos é que estamos diante de um insólito acontecimento, um imenso desafio para a Ciência e especialistas no assunto e que ainda está acontecendo lá fora!
* Pesquisador há 27 anos, fundador e atual presidente do GUG – Grupo Ufológico de Guarujá. Possui diversos trabalhos publicados em revistas, jornais e periódicos de vários países. Realizou e participou de vários congressos nacionais e internacionais. Participou de vários programas de televisão e rádio. Como pesquisador adota a linha científica de investigação, tendo investigado centenas de casos de abdução, pousos e contatos com OVNIS, principalmente no Litoral Paulista. Participou intensamente da investigação do “Caso Varginha”, em Minas Gerais. Viajou para vários países para investigar o fenômeno, como por exemplo, Egito, Grécia, Turquia, Inglaterra, França, Peru, Chile e Argentina. Atualmente vem desenvolvendo levantamentos sobre a atuação de militares brasileiros em pesquisas relacionadas com o Fenômeno Disco Voador. É o pesquisador brasileiro que possui a maior quantidade de documentos oficiais sobre o assunto. Endereço para contato: boaventura@ufologo.com.br ou pelo telefone 11-8424-6925.
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